O cabo Kléber Ferreira, acusado de matar a tiros Bruno César Oliveira, ainda não se apresentou ao quartel da Polícia Militar do Distrito Federal, como teria se comprometido, nem em uma delegacia de polícia do DF. Segundo a PM, Kléber não estipulou dia e horário para se apresentar. No entanto, a corporação espera que “ele se apresente o quanto antes”. No início da tarde desta segunda-feira (19/12), a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do militar.

O PM é acusado de matar o rival a tiros, na tarde deste domingo (18), na QR 411 de Samambaia. Segundo as investigações, Bruno teria um relacionamento com a mulher de Kléber.

À polícia, a mulher do PM afirmou que estava com Bruno em um carro quando percebeu que eles estavam sendo seguidos por Kléber. Ainda de acordo com ela, o marido conseguiu interceptar o veículo da vítima e disparou diversas vezes, fugindo em seguida.

Também em depoimento, a mulher afirmou que mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima há oito meses e que tentava se separar do marido há seis meses, mas que ele não aceitava o divórcio. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, o suspeito é lotado na área administrativa da corporação.

O caso está sendo investigado pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia). Segundo o delegado adjunto da 26ª DP, Fábio Michelan, investigadores jpa fizeram diligências durante o o domingo (18), para tentar localizar o policial. “Com certeza ele representa perigo e como não se apresentou, o pedido de prisão preventiva dele já seguiu para a Justiça. Vamos fazer novas diligências para tentar localizá-lo e prendê-lo”, disse.

 

fonte: http://www.metropoles.com/distrito-federal/