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Burocracia trava entrada de policiais em plano de saúde do GDF

A adesão de 40 mil policiais civis, delegados e seus familiares ao plano de saúde do Distrito Federal, o GDF Saúde, depende da solução de um impasse burocrático no Fundo Constitucional.

As forças de segurança da capital do país são custeadas pelo FCDF, que é gerido pela União. Logo, o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF (Inas-DF), gestor do GDF Saúde, não pode fazer o desconto em folha para adesão dos integrantes da corporação.

O Palácio do Buriti estuda solucionar o problema com a criação de rubricas no FCDF ou convênio alternativo vinculado ao Banco de Brasília (BRB). Diante do agravamento da pandemia de Covid-19, os servidores e seus dependentes estão apreensivos com a demora.

Segundo o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil (Adepol-DF), delegado Amarildo Fernandes, a solução depende do Ministério da Economia. “Esse entrave burocrático, de fato, está inviabilizando, até o momento, a adesão dos nossos servidores ao plano. E isso gera uma expectativa grande”, enfatizou.

Através da Metrópoles

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