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Polícia Civil do DF apreende caderno com fichas de filiação ao PCC

No material encontrado, consta do dados como data de ‘batismo’ na facção, número de matrícula e ‘quebrada’ onde membro atua.

Na Operação Continuum, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nesta sexta-feira (22/3), para prender membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) que tentam se consolidar na capital, a corporação apreendeu, com uma das pessoas presas, um caderno com dados cadastrais de filiados à facção.
Em uma das páginas divulgada pela PCDF, é possível ler a ficha de inscrição de um integrante, que seria um morador de Santa Maria de 19 anos. Na ilista, informa-se que ele foi “batizado” (entrou no PCC) em 25 de junho de 2018, em Buriti (MS). Na ocasião, ele ficou conhecido como “Humildade” e, depois, teria passado a ser conhecido como “Gêmios”.
Os dados ainda falam de uma espécie de faculdade na facção e de responsabilidades do membro dentro do PCC. Na ficha, ainda há a informação de que seu número de matrícula é 70.580, além de dados sobre padrinhos, punições, data de entrada e de saída.

Operação Continuum

Ao todo, em parceira com a Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), a PCDF cumpre 14 mandados que foram expedidos pela 5ª Vara Criminal de Brasília, sendo sete de prisão preventiva e sete de busca e apreensão. O intuito da ação é combater membros do PCC que tentam se consolidar na capital com atuação no sistema prisional.
No mesmo dia que a operação é deflagada, o Ministério da Justiça anunciou a transferência de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e de mais três membros da faccção para o presídio federal da Papuda, em Brasília. Ele é apontado pelas autoridades como líder do PCC.

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